História em casa
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
6º ANO
PROGRAMA DE HISTÓRIA 2026
1º trimestre
Cap. 01 - O que é História?
Cap. 02 - A História antes da escrita.
Cap. 03 - O povoamento da América: povos e sociedade.
Cap. 04 - A antiga civilização egípcia.
Cap. 05 - África: diversidade de povos e reinos.
2º trimestre
Cap. 06 - As civilizações da Mesopotâmia.
Cap. 07 - Hebreus, fenícios e persas.
Cap. 08 - O mundo grego antigo.
Cap. 09 - A Grécia clássica e helenística.
3º trimestre
Cap. 10 - Roma Antiga.
Cap. 11 - O Império Romano.
Cap. 12 - A Europa e a formação do feudalismo.
Cap. 13 - Igreja e cultura na Idade Média.
Cap. 14 - Transformações da Europa medieval.
Capítulo 10 – Roma Antiga
Roma Antiga
A civilização romana
foi uma das mais importantes da História. Ela influenciou a política, as leis,
a língua, a arquitetura, a engenharia e muitos costumes que ainda existem hoje.
Roma surgiu na Península Itálica, uma região localizada no sul da Europa. Com o passar do tempo, deixou de ser uma pequena cidade para se tornar um dos maiores impérios da Antiguidade.
A origem de Roma
Segundo a tradição romana, a
cidade foi fundada em 753 a.C. pelos irmãos Rômulo e Remo.
De acordo com a lenda:
- os
irmãos eram filhos do deus Marte;
- foram
abandonados quando eram bebês;
- foram
amamentados por uma loba;
- depois
foram encontrados e criados por um pastor.
Quando cresceram, decidiram fundar
uma cidade. Durante uma discussão, Rômulo matou Remo e tornou-se o primeiro rei de
Roma.
Essa história é uma lenda, criada pelos romanos para explicar a origem de sua cidade. Os estudos históricos mostram que Roma surgiu da união de pequenas aldeias construídas por diferentes povos que viviam na região do Lácio. Entre eles estavam os italiotas, os etruscos e os gregos.
Os períodos da História de Roma
Os historiadores dividem a
História de Roma em três grandes períodos:
1. Monarquia (753
a.C. – 509 a.C.)
Nesse período, Roma era governada
por reis.
Os reis exerciam funções
políticas, militares e religiosas.
Apesar de governarem, eles não
tomavam todas as decisões sozinhos. Existia um conselho formado pelos chefes
das famílias mais importantes da cidade, chamado Senado.
Essas famílias ricas receberam o
nome de patrícios.
No final da Monarquia, o último rei foi deposto, e Roma passou a ser uma República.
2. República (509
a.C. – 27 a.C.)
Na República, Roma deixou de ter
reis.
O governo passou a ser exercido
por magistrados eleitos e pelo Senado.
Mesmo sendo uma república, a
participação política não era para todos.
Os patrícios continuavam controlando quase todo o poder.
A sociedade romana
A sociedade romana era dividida em
diferentes grupos sociais.
Patrícios
- Eram
os mais ricos.
- Possuíam
grandes propriedades.
- Ocupavam
os principais cargos políticos.
- Formavam a elite romana.
Plebeus
Os plebeus eram:
- pequenos
agricultores;
- comerciantes;
- artesãos;
- soldados.
Eles eram livres, mas inicialmente
tinham poucos direitos políticos.
Com o tempo, lutaram para conquistar mais direitos.
Clientes
Os clientes eram pessoas que
dependiam da proteção de um patrício.
Em troca dessa proteção, prestavam
diversos serviços ao seu protetor.
Essa relação era baseada na troca
de favores.
Escravizados
Os escravizados eram a base da
economia romana.
Grande parte deles era formada por
prisioneiros capturados durante as guerras.
Eles realizavam trabalhos:
- agrícolas;
- domésticos;
- nas
minas;
- nas
construções;
- no
comércio.
Os escravizados eram considerados propriedade de seus donos e não possuíam liberdade.
As mulheres em Roma
Na sociedade romana, as mulheres
possuíam menos direitos do que os homens.
Normalmente:
- cuidavam
da casa;
- administravam
os bens da família quando necessário;
- educavam
os filhos.
As mulheres não podiam participar
da política nem ocupar cargos públicos.
Apesar dessas limitações, algumas mulheres das famílias mais ricas exerciam influência dentro de suas casas e junto aos familiares que ocupavam cargos importantes. O livro destaca os diferentes papéis sociais das mulheres na sociedade romana.
As conquistas romanas
Durante a República, Roma começou
um grande processo de expansão territorial.
Seu poderoso exército conquistou
diversos povos da Península Itálica e, depois, outras regiões do Mediterrâneo.
Essas conquistas aumentaram:
- as
riquezas de Roma;
- o
número de escravizados;
- o
território romano;
- o
comércio.
A cidade tornou-se cada vez mais poderosa.
As Guerras Púnicas
As guerras mais importantes da
República foram as Guerras Púnicas.
Elas aconteceram entre Roma e Cartago,
uma importante cidade localizada no norte da África.
Cartago dominava boa parte do
comércio no Mediterrâneo.
Roma queria controlar essas rotas
comerciais.
Depois de muitos anos de guerra, Roma venceu e destruiu Cartago em 146 a.C.. Após essa vitória, continuou conquistando territórios como a Macedônia, a Grécia, a Síria e o Egito.
O poder do exército romano
O exército foi uma das principais
razões do sucesso romano.
Os soldados recebiam treinamento
rigoroso.
Os acampamentos militares eram
organizados para serem montados e desmontados rapidamente, permitindo que o
exército se deslocasse com eficiência durante as campanhas militares.
Graças à disciplina e à organização, Roma conseguiu controlar um enorme território.
As consequências das conquistas
As guerras trouxeram muitas riquezas
para Roma.
Entretanto, também provocaram
problemas.
Os patrícios compravam grandes
propriedades e utilizavam mão de obra escravizada.
Enquanto isso, muitos pequenos
agricultores perderam suas terras e migraram para a cidade.
Isso aumentou:
- a
pobreza;
- o
desemprego;
- a desigualdade social.
As reformas dos irmãos Graco
Para diminuir esses problemas,
dois políticos tentaram realizar reformas.
Tibério Graco
Propôs dividir parte das grandes
propriedades para beneficiar os pequenos agricultores.
Sua proposta desagradou os
patrícios.
Ele acabou sendo assassinado.
Caio Graco
Anos depois, seu irmão também
tentou realizar reformas sociais.
Entre suas propostas estavam:
- distribuição
de alimentos;
- criação
de novas colônias;
- reformas
agrárias.
Assim como Tibério, também foi morto pelos adversários políticos.
As crises da República
Depois da morte dos irmãos Graco,
Roma passou por um período de instabilidade.
Ocorreram:
- disputas
entre políticos;
- revoltas
sociais;
- guerras
civis;
- conflitos
entre generais.
Essas crises enfraqueceram o
sistema republicano.
Os Triunviratos
Para controlar os conflitos,
alguns líderes dividiram o poder.
O primeiro acordo ficou conhecido
como Primeiro
Triunvirato.
Mais tarde surgiu o Segundo
Triunvirato.
Esses acordos demonstravam que a República estava cada vez mais enfraquecida.
O fim da República
As disputas pelo poder aumentaram.
Um dos principais líderes desse
período foi Júlio
César, que conquistou grande prestígio militar.
Após sua morte, novos conflitos ocorreram.
No final dessas disputas, Otávio tornou-se o principal governante de Roma, encerrando o período republicano e iniciando o Império Romano, assunto estudado no capítulo seguinte.
Resumindo
- Roma
surgiu na Península Itálica.
- Sua
origem é explicada pela lenda de Rômulo e Remo.
- A
História de Roma divide-se em Monarquia, República e Império.
- A
sociedade era formada por patrícios, plebeus, clientes e escravizados.
- As
mulheres tinham poucos direitos políticos.
- As
Guerras Púnicas garantiram o domínio romano sobre o Mediterrâneo.
- O
exército foi fundamental para a expansão territorial.
- As
conquistas aumentaram a riqueza, mas também as desigualdades sociais.
- Os
irmãos Graco tentaram realizar reformas para ajudar os mais pobres.
- As
crises políticas enfraqueceram a República e prepararam o caminho para o
surgimento do Império Romano.
Capítulo 11 – O Império Romano
Depois
de muitos anos de guerras civis e disputas pelo poder, a República Romana chegou ao
fim. O vencedor desses conflitos foi Otávio, sobrinho-neto de Júlio César.
Em
27
a.C., o Senado concedeu a Otávio o título de Augusto,
iniciando o período conhecido como Império Romano. A partir desse momento, o
imperador passou a concentrar grande parte do poder político e militar, embora
o Senado continuasse existindo.
3. Império: (27 a.C. – 476 d.C.) - O início do Império
Otávio
Augusto procurou reorganizar Roma depois de muitos anos de conflitos.
Durante
seu governo:
- fortaleceu
o exército;
- reorganizou
a administração pública;
- ampliou
a arrecadação de impostos;
- realizou
grandes obras públicas;
- incentivou
o comércio;
- promoveu
um longo período de estabilidade.
Esse
período ficou conhecido como Pax Romana ("Paz Romana"), porque o
Império viveu muitos anos de relativa paz interna, favorecendo o crescimento
econômico e a expansão territorial.
O
imperador era a autoridade mais importante de Roma.
Ele
exercia diversas funções:
- comandava
o exército;
- administrava
o governo;
- controlava
parte das finanças;
- nomeava
autoridades;
- tinha
grande influência sobre as leis.
Embora
existissem outras instituições, o imperador concentrava o maior poder do
Estado.
A
sociedade romana durante o Império continuava dividida em grupos sociais.
Patrícios
Eram
os grandes proprietários de terras e faziam parte da elite.
Possuíam
riquezas e ocupavam os cargos mais importantes.
Plebeus
Formavam
a maior parte da população.
Entre
eles havia:
- agricultores;
- artesãos;
- comerciantes;
- soldados.
Alguns
conseguiam enriquecer, mas muitos viviam com dificuldades.
Escravizados
Os
escravizados continuavam sendo fundamentais para a economia romana.
Trabalhavam:
- nas
fazendas;
- nas
minas;
- nas
casas;
- nas
oficinas;
- nas
construções públicas.
Grande
parte deles era formada por pessoas capturadas durante as guerras de conquista.
Escravos
libertos
Alguns
escravizados conseguiam conquistar a liberdade.
Esses
ex-escravizados eram chamados de libertos.
Mesmo
livres, normalmente continuavam mantendo relações de trabalho ou dependência
com seus antigos proprietários e nem sempre possuíam os mesmos direitos dos
cidadãos nascidos livres.
Rebeliões
de escravizados
Nem
todos aceitavam viver na escravidão.
Em
diferentes momentos ocorreram revoltas.
A
mais famosa foi liderada por Espártaco, um gladiador que reuniu milhares de
escravizados contra Roma.
Apesar
das vitórias iniciais, a revolta foi derrotada pelo exército romano.
Mesmo
derrotada, mostrou que muitos escravizados resistiam às condições impostas pelo
Império.
O
"Pão e Circo"
Para
evitar revoltas entre a população pobre das cidades, muitos imperadores
distribuíam alimentos e promoviam grandes espetáculos públicos.
Essa
política ficou conhecida como "Pão e Circo".
Os
alimentos ajudavam a diminuir a fome.
Os
espetáculos serviam como diversão para a população.
Entre
os principais espetáculos estavam:
- corridas
de bigas;
- apresentações
teatrais;
- lutas
de gladiadores;
- caçadas
de animais;
- batalhas
simuladas.
Esses
eventos aconteciam em locais como o Coliseu, um enorme anfiteatro construído em Roma.
O livro também destaca que alguns condenados e, em certos períodos, cristãos
perseguidos eram lançados às feras como espetáculo público.
A
cultura romana
Os
romanos construíram uma cultura muito rica.
Eles
desenvolveram:
- estradas;
pontes; aquedutos; templos; anfiteatros; sistemas de esgoto.
Grande
parte dessas construções existe até hoje.
Os
romanos também receberam forte influência da cultura grega.
Muitos
de seus deuses eram semelhantes aos deuses gregos, apenas com nomes diferentes.
Além
disso, valorizavam:
- literatura;
teatro; arquitetura; escultura; filosofia.
Durante
o governo de Augusto, artistas e escritores receberam apoio financeiro,
favorecendo o desenvolvimento das artes e das letras.
Da religião
romana ao cristianismo
Religião romana
- Era politeísta:
os romanos acreditavam em vários deuses.
- Era antropomórfica:
os deuses eram representados com características humanas.
- Muitos
deuses romanos eram semelhantes aos deuses gregos:
- Júpiter
→ Zeus
- Juno
→ Hera
- Vênus
→ Afrodite
- Marte
→ Ares
- Minerva
→ Atena
- Netuno
→ Poseidon
- Baco
→ Dioniso
- Diana
→ Ártemis
Os
romanos realizavam: festas; jogos; cerimônias; sacrifícios de animais.
Surgimento do cristianismo
- O cristianismo
surgiu durante o governo de Otávio, na província
romana da Judeia.
- Surgiu
a partir das pregações de Jesus Cristo.
- Era
uma religião monoteísta, pois defendia
a existência de um único Deus.
- Os
principais divulgadores das ideias cristãs foram os apóstolos,
especialmente Pedro e Paulo.
Por que os cristãos foram perseguidos?
- Os
cristãos não reconheciam o imperador como uma
divindade.
- O
cristianismo condenava o militarismo.
- Defendia
a igualdade
entre os seres humanos.
- Essas
ideias entravam em conflito com aspectos importantes da sociedade romana.
- Por
isso, os cristãos foram perseguidos pelo Império Romano durante
séculos.
Crescimento do cristianismo
- Mesmo
sendo perseguidos, os cristãos continuaram aumentando.
- O
cristianismo conquistou muitos seguidores, principalmente entre:
- pobres;
- escravizados.
- As
comunidades cristãs foram se organizando cada vez mais.
Organização da Igreja
- Padres:
divulgavam a doutrina, organizavam reuniões e realizavam os cultos.
- Diáconos:
cuidavam das questões administrativas.
- Bispos:
cuidavam da preservação dos princípios cristãos.
- A
partir do século IV, o bispo de
Roma passou a ter maior autoridade sobre os demais.
- Essa
liderança deu origem ao papado.
O
Alto Império
Os
historiadores chamam de Alto Império o período em que Roma atingiu seu
maior desenvolvimento.
Nessa
fase:
- o
território alcançou sua maior extensão;
- o
comércio cresceu;
- as
cidades prosperaram;
- aumentou
a circulação de mercadorias entre Europa, África e Ásia.
O
Império dominava praticamente todo o Mar Mediterrâneo, facilitando o comércio e
a comunicação entre suas províncias.
O
enfraquecimento do Império
Com
o passar do tempo, começaram a surgir muitos problemas.
Entre
eles estavam:
- crise
política;
- corrupção;
- aumento
dos impostos;
- diminuição
das conquistas militares;
- redução
do número de escravizados;
- dificuldades
econômicas;
- inflação;
- falta
de alimentos.
Esses
problemas enfraqueceram o governo romano.
O
Baixo Império
O
período final do Império Romano é chamado de Baixo Império.
Nessa
época ocorreram:
- disputas
pelo poder;
- invasões
de diferentes povos;
- crise
econômica;
- diminuição
da população das cidades.
Muitos
moradores abandonaram os centros urbanos e passaram a viver no campo, buscando
maior segurança. Esse processo é chamado de ruralização.
Os
povos chamados de "bárbaros"
Os
romanos chamavam de "bárbaros" todos os povos que não
falavam latim ou grego e que não seguiam os costumes romanos.
Esse
nome não significa que esses povos fossem "atrasados". Hoje os
historiadores explicam que essa expressão revelava a forma como os romanos
enxergavam os estrangeiros.
Entre
esses povos estavam:
- francos;
- visigodos;
- ostrogodos;
- vândalos;
- anglos;
- saxões;
- lombardos;
- hunos.
Ao
longo do tempo, muitos migraram para dentro do Império Romano e criaram seus
próprios reinos.
A
divisão do Império Romano
Como
o território era muito grande, o imperador Teodósio resolveu
dividi-lo em duas partes, no ano de 395 d.C.
Império
Romano do Ocidente
- Capital:
Roma
Império
Romano do Oriente
- Capital:
Constantinopla
(antiga Bizâncio)
Essa
divisão facilitava a administração do território, mas não resolveu os problemas
enfrentados pelo Império.
A
queda do Império Romano do Ocidente
Em
476
d.C., o último imperador romano do Ocidente foi derrotado.
Esse
acontecimento marca, para muitos historiadores, o fim da Idade Antiga
e o início da Idade Média.
Após
essa queda, vários povos germânicos formaram novos reinos na Europa Ocidental.
O
Império Bizantino
Enquanto
o Império Romano do Ocidente desapareceu, a parte oriental continuou existindo.
Ela
passou a ser chamada de Império Bizantino.
Sua
capital era Constantinopla,
localizada entre a Europa e a Ásia, em uma posição muito importante para o
comércio. O Império Bizantino tornou-se uma importante civilização cristã, de
língua grega, que durou mais de mil anos.
O
governo de Justiniano
O
imperador mais importante do Império Bizantino foi Justiniano.
Durante
seu governo:
- ampliou
o território bizantino;
- fortaleceu
o exército;
- incentivou
o comércio;
- construiu
grandes obras, como a Igreja de Santa Sofia;
- reuniu
antigas leis romanas no Código de Justiniano, que
serviu de base para o Direito moderno em muitos países.
A
religião em Bizâncio
A
religião era muito importante para os bizantinos.
O
cristianismo fazia parte da vida política e social.
O
imperador também exercia grande influência sobre a Igreja, mostrando a forte
ligação entre governo e religião no Império Bizantino.
O
fim do Império Bizantino
O
Império Bizantino resistiu durante muitos séculos.
Em
1453,
Constantinopla foi conquistada pelos turcos otomanos.
Esse
acontecimento marcou o fim do Império Bizantino. A antiga Igreja de Santa Sofia
foi transformada em mesquita, e atualmente funciona como museu.
Resumindo
- O
Império Romano começou com Otávio Augusto.
- Durante
a Pax
Romana, Roma viveu um longo período de estabilidade.
- O
imperador concentrava grande parte do poder.
- A
economia utilizava intensamente o trabalho de pessoas escravizadas.
- Espártaco
liderou a principal revolta de escravizados.
- A
política do Pão e Circo buscava
reduzir as tensões sociais nas cidades.
- O cristianismo
surgiu na Judeia, durante o governo de Otávio, e se espalhou pelo Império
Romano, apesar das perseguições.
- A
religião cresceu e se organizou, dando origem a uma estrutura de padres,
diáconos e bispos, com destaque crescente para o bispo de Roma e o papado.
- Roma
atingiu sua maior expansão durante o Alto Império.
- Crises
políticas, econômicas e invasões enfraqueceram o Império.
- Em 395,
o território foi dividido em Ocidente e Oriente.
- Em 476,
caiu o Império Romano do Ocidente.
- O Império
Bizantino sobreviveu por mais de mil anos, destacando-se o
governo de Justiniano e o Código
de Justiniano.
